sábado, março 14, 2026
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2025: indústria cresce mais que a média do Brasil em sete estados

Em 2025, sete estados do país viram a produção industrial crescer em ritmo superior ao da média nacional, com destaque para o Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Enquanto a indústria brasileira

em 2025 na comparação com 2024, o Espírito Santo saltou mais de 10%, e o Rio,mais de 5%.

Pesquisa Industrial Mensal Regional

, divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (

Para medir o desempenho da indústria nacional anualmente, o IBGE apura informações em 18 localidades.

Fazem parte da pesquisa 17 unidades da federação (UF) que têm participação de, no mínimo, 0,5% no total da industrial nacional, e o Nordeste como um todo.

Veja onde houvecrescimento anual acima da média do país (0,6%) em 2025:

Por causa do peso de 11,38% do total da economia nacional, o Rio de Janeiro exerceu maior influência positiva na média nacional, logo à frente do Espírito Santo.

O analista da pesquisa, Bernardo Almeida, aponta que Rio de Janeiro foi impulsionado pelo setor extrativo, com aumento na extração de petróleo e gás natural. O vizinho Espírito Santo, pelo crescimento na extração de petróleo, minério de ferro e gás natural.

“Santa Catarina aparece como terceira maior influência, puxada principalmente pelos setores de alimentos e por máquinas, aparelhos, e materiais elétricos”, pontua. Em relação aos alimentos, ele cita carnes e miudezas de aves congeladas, preparações e conservas de peixe, e embutidos de carnes de suínos.

Três estados viram a indústria crescer no ano passado, mas abaixo da média nacional:

Em oito localidades pesquisadas, a produção industrial recuou, com destaque negativo para o Rio Grande do Sul.

Como São Paulo tem o maior peso de toda indústria brasileira – responde por um terço de tudo o que é produzido nas fábricas do país – a queda no desempenho em 2025 (-2,2%) exerceu a maior pressão negativa em 2025.

De acordo com Bernardo Almeida, entre os setores que mais contribuíram para esse desempenho negativo paulista estão o de derivados do petróleo, com quedas na produção de álcool etílico, óleo diesel, gasolina automotiva, asfalto de petróleo e naftas.

Fonte: Agência Brasil – EBC

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