
A sexta entrevista do Link Supesp é com os líderes religiosos Paulo Ricardo Muniz da Costa e Cirleide Rodrigues da Silva, conhecidos como Pai Ricardo de Xango e Mãe Bia de Pomba Gira, respectivamente. Assim como as demais, a entrevista tem o objetivo de informar e propagar um conhecimento sobre pessoas e projetos voltados para a área da segurança pública.
A equipe de reportagem da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp), visitou as lideranças na sede da Associação Pai Luiz de Aruanda, no bairro da Barra do Ceará, em Fortaleza, onde o Pai Ricardo e Mãe Bia são responsáveis pela instituição religiosa de Umbanda e as atividades de assistência social desenvolvidas no local.
Durante o encontro, os líderes religiosos de Umbanda, falaram sobre o início e fixação do terreiro na cidade, situações de preconceito e atuação das forças de segurança em relação aos povos de terreiro. Espiritualidade e conhecimento de políticas de segurança para as comunidades tradicionais fizeram parte da entrevista realizada com os pais de santo. Ambos desenvolvem trabalhos de inclusão e saberes ancestrais na comunidade onde atuam.
Em agradecimento às forças de segurança pública, Pai Ricardo e Mãe Bia mencionaram a nova plataforma de mapeamento dos terreiros “Encruzilhadas em Rede”, lançada em janeiro, no Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), uma parceria da Supesp com a Secretaria de Igualdade Racial (Seir). Para os líderes religiosos, a plataforma surgiu como algo “benéfico” aos povos de comunidades tradicionais no combate ao preconceito.
A cerimônia de lançamento contou com a presença da superintendente da Supesp, Juliana Barroso, da secretária da Igualdade Racial, Zelma Madeira, de lideranças do Centro Cultural e representantes de terreiros e comunidades tradicionais.
Início do terreiro
Link Supesp: Há quanto tempo vocês atuam no terreiro? E como foi o processo de fundação do local?
Link Supesp: Quais são as atividades que vocês desenvolvem na Associação em apoio à comunidade?
Link Supesp: De que forma o senhor acredita que podem ser reduzidos os índices de intolerância religiosa?
Link Supesp: Vocês enfrentaram alguma dificuldade para poder firmar o local, tipo uma burocracia em relação a documentação?
Link Supesp: Como é feito o acolhimento das pessoas que chegam a fazer parte da associação?
Link Supesp: Qual é o principal fundamento que o senhor utiliza para manter a associação?
Link Supesp: Em algum momento, vocês já foram desacreditados do conhecimento de vocês, alguém já duvidou?
Link Supesp: Qual foi o caso que mais chamou a atenção de vocês aqui na associação? alguém que chegou muito debilitado (a) mas que teve um suporte de vocês.
Link Supesp: Quais são os planos de vocês para o terreiro e a associação? Podemos dizer que o ano começou faz pouco tempo né?! Então, já tem algo previsto para 2026?
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