quinta-feira, julho 9, 2026
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Festival Internacional de Harpas leva concertos gratuitos ao Rio

Festival Internacional de Harpas leva concertos gratuitos ao Rio

© Festival Internacional de Harpas no Rio/Divulgação

A cidade do Rio de Janeiro vai se transformar em um grande palco a partir desta quata (1º), com o 21º RioHarpFestival – Festival Internacional de Harpas, considerado um dos maiores festivais dedicados a esseinstrumento no mundo. Serão 58 concertos gratuitos que reunirão em torno de 150 artistas de 20 países durante todo o mês de julho.

A expectativa é receber mais de 10 mil pessoas durante todo o festival e os concertos acontecerão também em cenários emblemáticos do Rio de Janeiro, entre os quais o Jockey Club, a Igreja da Candelária ea Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação completa pode ser acessada

A novidade este ano é a participação de músicos decomunidades cariocas e fluminenses

, que se integrarão à apresentação dos harpistas estrangeiros, inclusive, em concertos em suas comunidades.

A primeira a se apresentar será a Orquestra de Gaitas de Foles Brazilian Piper, de São Gonçalo (RJ), fundada em 1999 pelo maestro J. Paulo, instituição social pioneira no segmento. Considerada uma das maiores formações de gaitistas do país, a orquestra utiliza a música e a cultura escocesa como instrumentos de transformação.

A orquestra de São Gonçalo abre o festival no dia 1º de julho, às 18h, no Espaço Cultural Arte Sesc Flamengo

, com a participação do harpista Gelton Galvão, um dos destaques brasileiros do instrumento.

A Orquestra de Gaitas de Foles Brazilian Piper volta a tocar no dia 4, com Baltazar Juarez, primeiro harpista da Orquestra Nacional do México, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB Rio).

No dia 10, às 17h, a Orquestra Solar Meninos de Luz, formada por jovens do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, recebe os músicos norte-americanos Juan Riveros (harpa) e Danny Jordan (viola), no Solar Meninos de Luz, na própria comunidade do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana.

O coordenador da Escola de Música do Solar e também da orquestra, Rodrigo Belchior, disse à

que a ideia é abrir o concerto dentro da proposta pedagógica da escola.

“Trazer totalmente o que a gente já faz naturalmente nas aulas de música do Solar, tanto a orquestra, como a batucada de escola de samba, para mostrar um pouco do nosso trabalho”.

, de Alceu Valença, homenageando os 80 anos do compositor e cantor pernambucano. Rodrigo Belchior informou que, entre coro, orquestra e batucada, são 60 crianças e jovens com idades que variam de 8 a 18 anos.

Segundo Belchior, a expectativaé grande porque a harpa não é um instrumento comum dentro de uma comunidade. Por isso, eles terão a oportunidade de conhecer uma harpa e o que ela pode fazer junto de um violino, por exemplo.

Fonte: Agência Brasil – EBC

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