
© Valter Campanato/Agência Brasil
* chega à sua 19ª edição com um olhar voltado para a discussão sobre a saúde mental das trabalhadoras e trabalhadores da área cultural.
Primeiro festival de mulheres negras da América Latina, o evento terá programação gratuita para o público em
A proposta do evento é destacar a contribuição dessas mulheres para a sociedade em diversas áreas, com ênfase no papel estratégico das artes e da cultura na promoção da equidade de gênero e raça.Todas as atividades são gratuitas, mediante retirada prévia de ingresso no
Neste ano, a ideia é discutir o cuidado com a saúde mental dos profissionais da arte e da cultura. A idealizadora do Festival Latinidades, Jaqueline Fernandes, destaca que a intenção não é “tratar a saúde mental apenas a partir da exaustão e do adoecimento”, mas “abrir espaço para falar de felicidade, descanso, prazer, desejo, espiritualidade, comunidade e bem viver”, afirma.
“Esse é um pouco do papel do Festival de Latinidades, de transformar conversas antes invisibilizadas em agendas públicas. A gente quer pensar boas práticas etransformar esse ecossistema. O Latinidades, desde sua primeira edição, é esse espaço que ecoa essas conversas”, afirma Jaqueline.
A abertura do festival será nesta quarta-feira (1º), com o evento “Quem cuida de quem produz?”. A atividade, reservada a profissionais da área previamente inscritos, será realizada em um espaço especialmente escolhido para proporcionar uma experiência de acolhimento, conexão e cuidado.
Entre os destaques da programação neste ano estão as cantoras
, que participam de uma mesa na sexta-feira, 3 de julho, às 14h, no Museu da República.
O local irá receber várias atividades do festival, entre elas uma feira com empreendedoras negras, além da Casa da Igualdade Racial, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial.
No domingo (4), a programação termina com a participação da escritora
e a primeira mulher negra a Academia Brasileira de Letras (ABL).
Ela é uma das convidadas doVI Encontro Julho das Pretas que Escrevem no DF, realizado em parceria com o Festival Latinidades.
A edição deste ano do encontro tem como tema “Um efeito de cor: mulheres negras reescrevem o mercado editorial”. Idealizado pela escritora e jornalista Waleska Barbosa, o eventobusca exaltar a produção editorial de mulheres negras, combater o apagamento e a invisibilidadehistórica.
A programação inclui ainda sarau literário, palestra, lançamento e venda de livros de autoras do DF.
Fonte: Agência Brasil – EBC
