A Secretaria das Cidades, por meio da Coordenadoria de Revitalização de Áreas Degradadas e Drenagem da Região Metropolitana de Fortaleza (Corev), entregou, nesta quarta-feira (17), duas novas moradias na comunidade do Dendê, em Fortaleza. A ação integra o Projeto de Melhorias Habitacionais, iniciativa do Projeto Dendê voltada à promoção da segurança habitacional e da qualidade de vida de famílias em situação de vulnerabilidade social.
O eixo de Melhorias Habitacionais – Novas Moradias tem como foco a recuperação ou substituição de moradias que apresentam patologias construtivas e condições inadequadas de habitabilidade. Os imóveis beneficiados são selecionados a partir da escuta social realizada em campo, seguida de vistorias técnicas e da definição das intervenções pela equipe responsável.
A previsão do projeto é executar 80 reformas e 10 novas construções, garantindo mais segurança, estabilidade estrutural e dignidade para os moradores da Poligonal do Dendê.
As duas casas entregues nesta quarta-feira foram destinadas às moradoras Maria Débora Ferreira de Alcântara, de 32 anos, e Beatriz Targino dos Santos. As beneficiárias viviam em situação de vulnerabilidade habitacional, em um imóvel considerado precário e inadequado para moradia.
Emocionada com a entrega da nova residência, Maria Débora comemorou a conquista. “Estou muito feliz com o que eu ganhei. É um canto perfeito para mim e para minha família”, afirmou. Beatriz também destacou a importância da iniciativa para sua vida. “Eu precisava muito sair do aluguel. Morava em um espaço muito pequeno e agora tenho um lar para viver com mais conforto e segurança”, disse.
O Projeto Dendê tem como objetivo enfrentar problemas históricos de ocupação desordenada e condições insalubres na comunidade, localizada em Fortaleza. A iniciativa beneficiará cerca de 4.289 famílias por meio de ações estruturadas em três eixos principais: urbanização e infraestrutura viária, melhorias sanitárias e melhorias habitacionais.
As intervenções buscam promover inclusão social, ampliar a infraestrutura urbana e recuperar áreas degradadas, incluindo a desocupação da faixa de proteção do manguezal
Fonte da matéria
