terça-feira, junho 9, 2026
HomeBrasilBrasil deve voltar a ser 10ª maior economia após resultado do PIB

Brasil deve voltar a ser 10ª maior economia após resultado do PIB

Brasil deve voltar a ser 10ª maior economia após resultado do PIB

© REUTERS/Paulo Whitaker/Proibida reprodução

O Brasil deve voltar a ocupar a posição de 10ª maior economia do mundo em 2026, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) compiladas pela consultoria Austin Ratings a partir de dados de 45 países.

A estimativa foi reforçada após o

Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 1,1% no primeiro trimestre

deste ano, desempenho acima do esperado pelo mercado.

O levantamento mostra que o Brasil deve ultrapassar o Canadá no ranking global das maiores economias medido em dólares correntes. Em 2024 e 2025, o país havia caído para a 11ª posição, após ser superado pela Rússia e pelo Canadá.

Entre os 45 países analisados pela Austin Ratings, o Brasil registrou o sexto maior crescimento econômico no primeiro trimestre de 2026 na comparação com os três meses anteriores.

O desempenho brasileiro ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China. O avanço também superou o de economias como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Itália.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o PIB brasileiro cresceu 1,1% de janeiro a março, impulsionado principalmente pelo setor de serviços e pela recuperação de investimentos.

Pelas projeções do FMI compiladas pela Austin Ratings, as dez maiores economias do mundo em 2026 devem ser:

Estados Unidos: US$ 32,399 trilhões

Reino Unido: US$ 4,267 trilhões

A diferença entre Brasil e Rússia aparece bastante estreita nas estimativas do FMI.

O ranking considera o PIB em dólares correntes. Por isso, além do crescimento econômico, a taxa de câmbio também influencia diretamente a posição de cada país.

Quando o real se valoriza frente ao dólar, o tamanho da economia brasileira em moeda americana aumenta. O mesmo ocorreu com a Rússia nos últimos anos, impulsionada pela valorização do rublo e pela alta do petróleo.

Fonte: Agência Brasil – EBC

EM ALTA