
O Ceará encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 com saldo positivo de 1.975 empregos formais na indústria, número que representa a diferença entre admissões e desligamentos no período. O resultado foi o segundo melhor do Nordeste, atrás apenas da Bahia, com saldo de 5.880 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No período de janeiro a abril, o estado contabilizou 285.465 empregos formais ativos na indústria, o que deixou o Ceará na terceira posição entre os estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste com maior número de trabalhadores empregados no setor.
De acordo com uma análise feita pela Adece, o segmento da indústria de transformação foi o principal responsável pelo desempenho positivo, registrando saldo de 1.738 novas vagas e concentrando o valor total de 259.251 trabalhadores empregados no setor. Entre os setores industriais que mais geraram empregos no acumulado de 2026, destacam-se os de produtos minerais não metálicos (440 vagas), produtos de metal (243), confecção de vestuário e acessórios (241), produtos alimentícios (241) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (239).
Já os segmentos com maior número de trabalhadores empregados são o calçadista (67.637 trabalhadores), produtos alimentícios (44.022), confecção de vestuário e acessórios (39.673), produtos minerais não metálicos (14.325) e produtos têxteis (13.880).
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